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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Aécio Neves vista Salvador já de olho em 2014

Pré-candidato a concorrer o cargo de presidente na disputa eleitoral de 2014, o tucano Aecio

Neves deve voltar a Salvador nesta sexta-feira (20) e dá início a peregrinação de olho em 2014.

Na agenda consta visita ao prefeito ACM Neto, entrevista coletiva e reunião com liderança

do partido. Depois de passar pela capital baiana o mineiro segue para quatro estados e deve

percorre o país. De Salvador ele segue para Maceió, onde acontece, no sábado (21), O I

Encontro Regional do PSDB, que reunirá os diretórios do Nordeste.

Ainda hoje o pré- candidato a disputar o cargo de presidente em 2014, Aecio Neves falou

sobre a dificuldade do governo petista em seu  leilão do primeiro lote de rodovias a serem

concedidas à iniciativa privada. O senador mineiro comentou sobre o caso em sua coluna no

jornal Folha de São Paulo.

“Na última semana, com o fracasso do leilão do primeiro lote de rodovias a serem concedidas

à iniciativa privada --o trecho da BR-262 não teve sequer um interessado -, a gestão petista

recebeu um duro recado: o mercado gosta de regras claras e desconfia do governo.

Para quem estava prestes a celebrar o sucesso do primeiro dos muitos leilões previstos

no setor de transportes, foi uma lição inesperada. A rendição do PT à realidade de uma

governança pública mais responsável com os destinos do país requer ainda longo aprendizado.

Em entrevista publicada ontem no jornal "O Globo", o ministro Guido Mantega afirmou que os

investimentos em infraestrutura vão alavancar o crescimento do país. A aposta no programa

de concessões revela uma guinada e tanto no receituário do partido governista.

Ao longo de sua história, o PT fez do combate ferrenho às privatizações uma de suas bandeiras

mais ostensivas. Nos pleitos, vendeu ao eleitorado, com hipocrisia, a certeza de que as

privatizações seriam um crime de lesa-pátria, uma entrega do patrimônio nacional a preços

aviltantes”, comentou o senador em sua coluna.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Aécio Neves pede para que olhem mais para o futuro e menos para o marketing

Mesmo com tom elogioso aos colegas mineiros durante todo o discurso como orador oficial da cerimônia de entrega da Medalha JK, em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), evitou cravar seu apoio à candidatura do senador Aécio Neves (PSDB) para presidente em 2014. O apoio dos tucanos paulistas é considerado estratégico para Aécio como forma de afastar a possibilidade de realização de prévias com o ex-governador paulista José Serra.

“Minas tem os mesmos ideais, o mesmo material humano que fizeram de JK o presidente dos sonhos dos brasileiros”, discursou Alckmin ao finalizar seu discurso no evento.
Ao fim da cerimônia, questionado pela imprensa se a presença no evento representava a concretização de sua preferência pelo senador mineiro, Alckmin se limitou a dizer que Aécio e o governador Antonio Anastasia honravam o legado de JK. Durante toda a sua fala, o paulista, quando elogiava Minas, se referia sempre aos dois: Aécio Neves e Anastasia.
Alckmin também evitou criticar Serra. “É um grande quadro do PSDB. Foi um grande prefeito, grande governador, senador. É um grande quadro do nosso partido”. Perguntado se seria possível falar que o PSDB paulista apoia Aécio, ele foi sucinto: “pode”.

Sem menções diretas à administração petista de Dilma Rousseff, o trio tucano se revezou nos ataques às ações de marketing do Planalto, que entendem destoar da realidade do país. “Planejar o país não significa criar slogans, significa cuidar de pessoas, equipá-las para buscar seu próprio destino. Não é criar filmes ou siglas de ficção, é construir os pilares do crescimento”, expôs Alckmin.

“É preciso racionalizar a gestão pública e estender o crescimento para além da expansão do crédito e do mercado interno”, destacou, por sua vez, Anastasia, que enfatizou, a todo momento, a boa relação entre Minas e São Paulo. “Precisamos, agora, governador Alckmin, somar esforços para que o Brasil avance com dignidade, no conceito das nações mais desenvolvidas do mundo”.


Aécio Neves, senador do PSDB que não discursou, também destacou, em entrevista, a proximidade entre os dois Estados. “O sentimento de São Paulo é o mesmo de Minas, por mudanças, por governos que olhem mais para o futuro e menos para o marketing, para os slogans”, ironizou.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Aecio Neves ganha apoio de Alckmin em Diamantina

Em evento com a presença do senador mineiro Aécio Neves, o governador de São Paulo

Geraldo Alckmin (PSDB) disse na quinta-feira que "o Brasil conta com Minas", como contou

no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). A declaração foi dada

durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado de Aecio Neves, provável candidato

a ser presidente pelo PSDB em 2014. O governador desconversou quando foi questionado se

tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio. "Aécio Neves é um homem preparado para

grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante", elogiou

 O senador mineiro tem buscado obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas

pretensões do também tucano José Serra. O ex-governador paulista já cobrou publicamente

a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser

candidato por outra legenda.

 Ainda este mês, Aecio Neves deve ir à Alagoas, a fim de fortalecer  mais o partido tucano.

“Vamos recebê-lo no dia 21 de setembro, em um grande evento. Vamos trazer grandes

quadros do PSDB, e ele como candidato a presidência da República de fato será a grande

estrela. Será um chamariz, uma forma de chamar o alagoano, o maceioense, para escutar

o que o PSDB tem a dizer. Não será um palanque eleitoral, será uma exposição de nossos

projetos. Essa vinda do Aécio servirá para que as pessoas, que se sentiram tocadas pelas

propostas, filiem-se”, torce o presidente do PSDB em Alagoas, Pedro Vilela.

 O tucanato pretende fazer com que a vinda de Aecio Neves, provável candidato a disputar o

cargo de presidente pelo partido em 2014, aumente o número de adesões femininas. Não que

estejam em baixa, pois o partido quer chegar a 50% de mulheres nos quadros partidários. “Por

mim, esse número cresce bem mais”, sinalizou Vilela.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Como ficará o acordo de Aécio Neves e Campos no Tocantins?

Segundo reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo, o Tocantins está entre os Estados em que o pacto pré-eleitoral entre os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) tem futuro incerto. No Tocantins, o PSB é comandado por um ex-adversário do governador Siqueira Campos (PSDB), o prefeito de Gurupi, Laurez Moreira.

Laurez rompeu com o Siqueira junto com o grupo do ex-governador Marcelo Miranda (PMDB), em 2005, quando ainda era deputado estadual. Na época, ele deixou o PP para ingressar no então PFL, que estava sob o comando da senadora Kátia Abreu. Kátia e Laurez romperam na campanha eleitoral de 2006, e ele - eleito deputado federal em 2006 e 2010 - deixou o PFL e assumiu o comando do PSB no Tocantins, na época presidido pelo ex-vereador de Palmas Tenente Célio.

Foi na eleição municipal do ano passado que Laurez se reaproximou do governador Campos. O prefeito teve apoio do secretário estadual de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, cuja palavra foi decisiva para que o PSDB desistisse da candidatura do empresário Osvaldo Stival para que os tucanos apoiassem o PSB.

Desde então são crescentes as especulações de que Eduardo Siqueira Campos poderia se filiar ao PSB.
Conforme o jornal Folha de S.Paulo, o pacto pré-eleitoral entre Aecio Neves e Eduardo Campos não encontra correspondência em quatro dos 14 Estados governados pelas duas siglas, e parece incerto em ao menos outros três.

No Tocantins, de acordo com o jornal, "a incógnita é ainda maior". "Siqueira Campos, 85 anos, governador pela quarta vez e em condições de disputar a reeleição, até agora não deu qualquer sinal sobre 2014. O PSB, por sua vez, é pequeno -não tem nem sequer um deputado- e tem pouco a oferecer", afirma a Folha.
Aécio Neves e Campos firmaram um acordo de não agressão para a pré-campanha e combinaram concentrar suas artilharias contra o PT e a presidente Dilma Rousseff, de acordo com a Folha.

Além do Tocantins, a Folha aponta Minas Gerais (PSDB) e Paraíba (PSB) como os outros Estados onde o acordo é tido como incerto.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Aecio Neves afirma que PSDB irá denunciar pronunciamento de Dilma

O presidente do PSDB Aécio Neves e provável candidato do PSDB disputar à presidência pelo

partido em 2014 revelou que o partido tucano irá denunciar o pronunciamento realizado pela

presidente Dilma Roussef na noite de sexta-feira(6), às vésperas do feriado da indepedência.

Segundo Aécio, a presidente estaria realizando propaganda eleitoral antecipada e o que é pior

com o dinheiro público.

Para o tucano, o ato de permanecer na televisão e rádio por quase dez minutos prova que a

presidente está disposta a tudo para reconquistar a popularidade.

O pré-candidato à presidência pelo PSDB em 2014, Aécio Neves postou em sua rede social o

seguinte desabafo:

“O Brasil assistiu, nesta sexta-feira, a um triste episódio na história da nossa democracia.

Desrespeitando  o cargo que ocupa, a presidente Dilma Rousseff  transformou o  espaço

republicano de rede  nacional de rádio e TV, prevista para finalidades específicas, em acintosa

ferramenta eleitoral.

Com isso, não desrespeita apenas o cargo que ocupa. Desrespeita, a data que deveria celebrar,

os  brasileiros que deveria representar e a legislação pela qual deveria zelar.

Na ânsia de tentar reconquistar, a  qualquer custo, a popularidade  perdida, a presidente

diminui a si mesma ao legitimar a prática do vale tudo. E, antecipando o calendário, encarna o

aviso que já havia dado ao país de que "na hora da eleição, podemos fazer o diabo".

O que se constata, a partir de mais esse pronunciamento, é que o país tem uma candidata

ocupando a cadeira de presidente da República.

Em nome da democracia, patrimônio de todos os brasileiros, o PSDB denunciará esse ato à

Justiça, pela agressão às regras democráticas e por significar propaganda eleitoral antecipada,

agravada por se realizar às custas do dinheiro público."

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Após receber Aécio Neves em seu programa, Ratinho está indeciso para 2014


O animador Carlos Massa, o Ratinho do SBT, leva Eduardo Campos (PSB-PE) até a saída do estúdio do seu programa no SBT, após entrevistar o governador de Pernambuco, e volta ao camarim. Prepara-se para retornar ao palco e mediar a briga dos participantes de mais um Teste de DNA.

"Ele (Campos) é uma novidade boa. É um cara de decisão, já provou ser bom administrador. Está pronto para ser presidente. O Aécio Neves também", diz. Sua atração noturna, antes território exclusivo de anônimos e artistas populares, passou a abrir espaço para personalidades públicas e figuras polêmicas, no quadro semanal Dois Dedos de Prosa - ou "Dois Dedos de Próstata", como brinca com a equipe.

"Trago alguém que tem alguma coisa para falar. É para dar audiência e atrair um público que não está habituado ao programa", diz Ratinho ao repórter Joelmir Tavares.

Em meio a debates sobre homofobia, recebeu os deputados Marco Feliciano (PSC-SP) e Jean Wyllys (PCdoB-RJ) e o pastor Silas Malafaia. E não escolhe partido: convida do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) aos ministros Alexandre Padilha (PT-SP) e Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

Os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB-MG) e Marina Silva (sem partido) também ficaram de frente com Carlos Massa. "Meu programa tem a obrigação de politiquizar... poli... Não consigo falar essa palavra [a assessora o ajuda]. Politizar melhor a população. Não tem só a Dilma [Rousseff] de candidata."

Ratinho, que foi vereador no Paraná e deputado federal antes de estrear na TV, em 1996, tem ligação umbilical com a política. Seu filho mais velho, Ratinho Júnior (PSC-PR), segundo colocado na disputa pela Prefeitura de Curitiba em 2012 e secretário de Beto Richa (PSDB-PR), aparece bem nas pesquisas para o governo estadual em 2014.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Aécio Neves defende o fim do voto secreto

O mineiro  que vem de uma família com vasta biografia na política, defendeu nesta última quarta-feira (4) o fim do voto secreto. O senador Aécio Neves (PSDB –MG) mostrou-se a favor do voto aberto para as votações de cassação de mandatos e as demais propostas que tramitem no Congresso.
Para Aécio Neves, que conta com uma biografia de  30 anos de dedicação à vida pública no Brasil, seria positivo manter as votações secretas apenas para as análises dos vetos presidenciais, a fim de impedir que o governo federal faça pressões sobre parlamentares.

Agora no atual momento de presidente do partido tucano, Aécio Neves pode ganhar apoio do PPS para disputar as eleições de 2014.

O partido PPS  cansou de esperar uma resposta de José Serra (PSDB), que foi convidado a entrar no partido e disputar a Presidência no ano que vem.

Como só restam 30 dias para a filiação partidária de quem quiser se candidatar a qualquer cargo em 2014, e Serra não se decidiu, o PPS prepara um plano B, C ou D, mantendo o caminho da oposição, afirmou nesta quarta-feira, 4, o presidente da legenda, deputado Roberto Freire (SP). “Esperamos o Serra até agora. Ele disse que decidiria até o final de agosto. Não decidiu. Então, vamos debater outro caminho no campo da oposição. Vamos procurar candidatos viáveis eleitoralmente, e eles são Eduardo Campos, Aécio Neves e Marina Silva”, disse Roberto Freire ao Estado.

Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB, é o preferido de Freire, mas ele ainda não assume sua provável candidatura ao Planalto em 2014.