Pré-candidato a concorrer o cargo de presidente na disputa eleitoral de 2014, o tucano Aecio
Neves deve voltar a Salvador nesta sexta-feira (20) e dá início a peregrinação de olho em 2014.
Na agenda consta visita ao prefeito ACM Neto, entrevista coletiva e reunião com liderança
do partido. Depois de passar pela capital baiana o mineiro segue para quatro estados e deve
percorre o país. De Salvador ele segue para Maceió, onde acontece, no sábado (21), O I
Encontro Regional do PSDB, que reunirá os diretórios do Nordeste.
Ainda hoje o pré- candidato a disputar o cargo de presidente em 2014, Aecio Neves falou
sobre a dificuldade do governo petista em seu leilão do primeiro lote de rodovias a serem
concedidas à iniciativa privada. O senador mineiro comentou sobre o caso em sua coluna no
jornal Folha de São Paulo.
“Na última semana, com o fracasso do leilão do primeiro lote de rodovias a serem concedidas
à iniciativa privada --o trecho da BR-262 não teve sequer um interessado -, a gestão petista
recebeu um duro recado: o mercado gosta de regras claras e desconfia do governo.
Para quem estava prestes a celebrar o sucesso do primeiro dos muitos leilões previstos
no setor de transportes, foi uma lição inesperada. A rendição do PT à realidade de uma
governança pública mais responsável com os destinos do país requer ainda longo aprendizado.
Em entrevista publicada ontem no jornal "O Globo", o ministro Guido Mantega afirmou que os
investimentos em infraestrutura vão alavancar o crescimento do país. A aposta no programa
de concessões revela uma guinada e tanto no receituário do partido governista.
Ao longo de sua história, o PT fez do combate ferrenho às privatizações uma de suas bandeiras
mais ostensivas. Nos pleitos, vendeu ao eleitorado, com hipocrisia, a certeza de que as
privatizações seriam um crime de lesa-pátria, uma entrega do patrimônio nacional a preços
aviltantes”, comentou o senador em sua coluna.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Aécio Neves pede para que olhem mais para o futuro e menos para o marketing
Mesmo com tom elogioso aos colegas mineiros durante todo o
discurso como orador oficial da cerimônia de entrega da Medalha JK, em
Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, o governador de São Paulo, Geraldo
Alckmin (PSDB), evitou cravar seu apoio à candidatura do senador Aécio Neves
(PSDB) para presidente em 2014. O apoio dos tucanos paulistas é considerado
estratégico para Aécio como forma de afastar a possibilidade de realização de
prévias com o ex-governador paulista José Serra.
“Minas tem os mesmos ideais, o mesmo material humano que
fizeram de JK o presidente dos sonhos dos brasileiros”, discursou Alckmin ao
finalizar seu discurso no evento.
Ao fim da cerimônia, questionado pela imprensa se a presença
no evento representava a concretização de sua preferência pelo senador mineiro,
Alckmin se limitou a dizer que Aécio e o governador Antonio Anastasia honravam
o legado de JK. Durante toda a sua fala, o paulista, quando elogiava Minas, se
referia sempre aos dois: Aécio Neves e Anastasia.
Alckmin também evitou criticar Serra. “É um grande quadro do
PSDB. Foi um grande prefeito, grande governador, senador. É um grande quadro do
nosso partido”. Perguntado se seria possível falar que o PSDB paulista apoia
Aécio, ele foi sucinto: “pode”.
Sem menções diretas à administração petista de Dilma
Rousseff, o trio tucano se revezou nos ataques às ações de marketing do
Planalto, que entendem destoar da realidade do país. “Planejar o país não significa
criar slogans, significa cuidar de pessoas, equipá-las para buscar seu próprio
destino. Não é criar filmes ou siglas de ficção, é construir os pilares do
crescimento”, expôs Alckmin.
“É preciso racionalizar a gestão pública e estender o
crescimento para além da expansão do crédito e do mercado interno”, destacou,
por sua vez, Anastasia, que enfatizou, a todo momento, a boa relação entre
Minas e São Paulo. “Precisamos, agora, governador Alckmin, somar esforços para
que o Brasil avance com dignidade, no conceito das nações mais desenvolvidas do
mundo”.
Aécio Neves, senador do PSDB que não discursou, também
destacou, em entrevista, a proximidade entre os dois Estados. “O sentimento de
São Paulo é o mesmo de Minas, por mudanças, por governos que olhem mais para o
futuro e menos para o marketing, para os slogans”, ironizou.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Aecio Neves ganha apoio de Alckmin em Diamantina
Em evento com a presença do senador mineiro Aécio Neves, o governador de São Paulo
Geraldo Alckmin (PSDB) disse na quinta-feira que "o Brasil conta com Minas", como contou
no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). A declaração foi dada
durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado de Aecio Neves, provável candidato
a ser presidente pelo PSDB em 2014. O governador desconversou quando foi questionado se
tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio. "Aécio Neves é um homem preparado para
grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante", elogiou
O senador mineiro tem buscado obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas
pretensões do também tucano José Serra. O ex-governador paulista já cobrou publicamente
a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser
candidato por outra legenda.
Ainda este mês, Aecio Neves deve ir à Alagoas, a fim de fortalecer mais o partido tucano.
“Vamos recebê-lo no dia 21 de setembro, em um grande evento. Vamos trazer grandes
quadros do PSDB, e ele como candidato a presidência da República de fato será a grande
estrela. Será um chamariz, uma forma de chamar o alagoano, o maceioense, para escutar
o que o PSDB tem a dizer. Não será um palanque eleitoral, será uma exposição de nossos
projetos. Essa vinda do Aécio servirá para que as pessoas, que se sentiram tocadas pelas
propostas, filiem-se”, torce o presidente do PSDB em Alagoas, Pedro Vilela.
O tucanato pretende fazer com que a vinda de Aecio Neves, provável candidato a disputar o
cargo de presidente pelo partido em 2014, aumente o número de adesões femininas. Não que
estejam em baixa, pois o partido quer chegar a 50% de mulheres nos quadros partidários. “Por
mim, esse número cresce bem mais”, sinalizou Vilela.
Geraldo Alckmin (PSDB) disse na quinta-feira que "o Brasil conta com Minas", como contou
no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). A declaração foi dada
durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado de Aecio Neves, provável candidato
a ser presidente pelo PSDB em 2014. O governador desconversou quando foi questionado se
tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio. "Aécio Neves é um homem preparado para
grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante", elogiou
O senador mineiro tem buscado obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas
pretensões do também tucano José Serra. O ex-governador paulista já cobrou publicamente
a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser
candidato por outra legenda.
Ainda este mês, Aecio Neves deve ir à Alagoas, a fim de fortalecer mais o partido tucano.
“Vamos recebê-lo no dia 21 de setembro, em um grande evento. Vamos trazer grandes
quadros do PSDB, e ele como candidato a presidência da República de fato será a grande
estrela. Será um chamariz, uma forma de chamar o alagoano, o maceioense, para escutar
o que o PSDB tem a dizer. Não será um palanque eleitoral, será uma exposição de nossos
projetos. Essa vinda do Aécio servirá para que as pessoas, que se sentiram tocadas pelas
propostas, filiem-se”, torce o presidente do PSDB em Alagoas, Pedro Vilela.
O tucanato pretende fazer com que a vinda de Aecio Neves, provável candidato a disputar o
cargo de presidente pelo partido em 2014, aumente o número de adesões femininas. Não que
estejam em baixa, pois o partido quer chegar a 50% de mulheres nos quadros partidários. “Por
mim, esse número cresce bem mais”, sinalizou Vilela.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Como ficará o acordo de Aécio Neves e Campos no Tocantins?
Segundo reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo, o
Tocantins está entre os Estados em que o pacto pré-eleitoral entre os
presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) tem futuro incerto.
No Tocantins, o PSB é comandado por um ex-adversário do governador Siqueira
Campos (PSDB), o prefeito de Gurupi, Laurez Moreira.
Laurez rompeu com o Siqueira junto com o grupo do
ex-governador Marcelo Miranda (PMDB), em 2005, quando ainda era deputado
estadual. Na época, ele deixou o PP para ingressar no então PFL, que estava sob
o comando da senadora Kátia Abreu. Kátia e Laurez romperam na campanha
eleitoral de 2006, e ele - eleito deputado federal em 2006 e 2010 - deixou o
PFL e assumiu o comando do PSB no Tocantins, na época presidido pelo
ex-vereador de Palmas Tenente Célio.
Foi na eleição municipal do ano passado que Laurez se
reaproximou do governador Campos. O prefeito teve apoio do secretário estadual
de Relações Institucionais, Eduardo Siqueira Campos, cuja palavra foi decisiva
para que o PSDB desistisse da candidatura do empresário Osvaldo Stival para que
os tucanos apoiassem o PSB.
Desde então são crescentes as especulações de que Eduardo
Siqueira Campos poderia se filiar ao PSB.
Conforme o jornal Folha de S.Paulo, o pacto pré-eleitoral
entre Aecio Neves e Eduardo Campos não encontra correspondência em quatro dos
14 Estados governados pelas duas siglas, e parece incerto em ao menos outros
três.
No Tocantins, de acordo com o jornal, "a incógnita é
ainda maior". "Siqueira Campos, 85 anos, governador pela quarta vez e
em condições de disputar a reeleição, até agora não deu qualquer sinal sobre
2014. O PSB, por sua vez, é pequeno -não tem nem sequer um deputado- e tem
pouco a oferecer", afirma a Folha.
Aécio Neves e Campos firmaram um acordo de não agressão para
a pré-campanha e combinaram concentrar suas artilharias contra o PT e a
presidente Dilma Rousseff, de acordo com a Folha.
Além do Tocantins, a Folha aponta Minas Gerais (PSDB) e
Paraíba (PSB) como os outros Estados onde o acordo é tido como incerto.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Aecio Neves afirma que PSDB irá denunciar pronunciamento de Dilma
O presidente do PSDB Aécio Neves e provável candidato do PSDB disputar à presidência pelo
partido em 2014 revelou que o partido tucano irá denunciar o pronunciamento realizado pela
presidente Dilma Roussef na noite de sexta-feira(6), às vésperas do feriado da indepedência.
Segundo Aécio, a presidente estaria realizando propaganda eleitoral antecipada e o que é pior
com o dinheiro público.
Para o tucano, o ato de permanecer na televisão e rádio por quase dez minutos prova que a
presidente está disposta a tudo para reconquistar a popularidade.
O pré-candidato à presidência pelo PSDB em 2014, Aécio Neves postou em sua rede social o
seguinte desabafo:
“O Brasil assistiu, nesta sexta-feira, a um triste episódio na história da nossa democracia.
Desrespeitando o cargo que ocupa, a presidente Dilma Rousseff transformou o espaço
republicano de rede nacional de rádio e TV, prevista para finalidades específicas, em acintosa
ferramenta eleitoral.
Com isso, não desrespeita apenas o cargo que ocupa. Desrespeita, a data que deveria celebrar,
os brasileiros que deveria representar e a legislação pela qual deveria zelar.
Na ânsia de tentar reconquistar, a qualquer custo, a popularidade perdida, a presidente
diminui a si mesma ao legitimar a prática do vale tudo. E, antecipando o calendário, encarna o
aviso que já havia dado ao país de que "na hora da eleição, podemos fazer o diabo".
O que se constata, a partir de mais esse pronunciamento, é que o país tem uma candidata
ocupando a cadeira de presidente da República.
Em nome da democracia, patrimônio de todos os brasileiros, o PSDB denunciará esse ato à
Justiça, pela agressão às regras democráticas e por significar propaganda eleitoral antecipada,
agravada por se realizar às custas do dinheiro público."
partido em 2014 revelou que o partido tucano irá denunciar o pronunciamento realizado pela
presidente Dilma Roussef na noite de sexta-feira(6), às vésperas do feriado da indepedência.
Segundo Aécio, a presidente estaria realizando propaganda eleitoral antecipada e o que é pior
com o dinheiro público.
Para o tucano, o ato de permanecer na televisão e rádio por quase dez minutos prova que a
presidente está disposta a tudo para reconquistar a popularidade.
O pré-candidato à presidência pelo PSDB em 2014, Aécio Neves postou em sua rede social o
seguinte desabafo:
“O Brasil assistiu, nesta sexta-feira, a um triste episódio na história da nossa democracia.
Desrespeitando o cargo que ocupa, a presidente Dilma Rousseff transformou o espaço
republicano de rede nacional de rádio e TV, prevista para finalidades específicas, em acintosa
ferramenta eleitoral.
Com isso, não desrespeita apenas o cargo que ocupa. Desrespeita, a data que deveria celebrar,
os brasileiros que deveria representar e a legislação pela qual deveria zelar.
Na ânsia de tentar reconquistar, a qualquer custo, a popularidade perdida, a presidente
diminui a si mesma ao legitimar a prática do vale tudo. E, antecipando o calendário, encarna o
aviso que já havia dado ao país de que "na hora da eleição, podemos fazer o diabo".
O que se constata, a partir de mais esse pronunciamento, é que o país tem uma candidata
ocupando a cadeira de presidente da República.
Em nome da democracia, patrimônio de todos os brasileiros, o PSDB denunciará esse ato à
Justiça, pela agressão às regras democráticas e por significar propaganda eleitoral antecipada,
agravada por se realizar às custas do dinheiro público."
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Após receber Aécio Neves em seu programa, Ratinho está indeciso para 2014
O animador Carlos Massa, o Ratinho do SBT, leva Eduardo
Campos (PSB-PE) até a saída do estúdio do seu programa no SBT, após entrevistar
o governador de Pernambuco, e volta ao camarim. Prepara-se para retornar ao
palco e mediar a briga dos participantes de mais um Teste de DNA.
"Ele (Campos) é uma novidade boa. É um cara de decisão,
já provou ser bom administrador. Está pronto para ser presidente. O Aécio Neves
também", diz. Sua atração noturna, antes território exclusivo de anônimos
e artistas populares, passou a abrir espaço para personalidades públicas e
figuras polêmicas, no quadro semanal Dois Dedos de Prosa - ou "Dois Dedos
de Próstata", como brinca com a equipe.
"Trago alguém que tem alguma coisa para falar. É para
dar audiência e atrair um público que não está habituado ao programa", diz
Ratinho ao repórter Joelmir Tavares.
Em meio a debates sobre homofobia, recebeu os deputados
Marco Feliciano (PSC-SP) e Jean Wyllys (PCdoB-RJ) e o pastor Silas Malafaia. E
não escolhe partido: convida do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) aos
ministros Alexandre Padilha (PT-SP) e Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
Os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB-MG) e Marina Silva (sem
partido) também ficaram de frente com Carlos Massa. "Meu programa tem a
obrigação de politiquizar... poli... Não consigo falar essa palavra [a
assessora o ajuda]. Politizar melhor a população. Não tem só a Dilma [Rousseff]
de candidata."
Ratinho, que foi vereador no Paraná e deputado federal antes
de estrear na TV, em 1996, tem ligação umbilical com a política. Seu filho mais
velho, Ratinho Júnior (PSC-PR), segundo colocado na disputa pela Prefeitura de
Curitiba em 2012 e secretário de Beto Richa (PSDB-PR), aparece bem nas
pesquisas para o governo estadual em 2014.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Aécio Neves defende o fim do voto secreto
O mineiro que vem de uma família com
vasta biografia na política, defendeu nesta última quarta-feira (4) o
fim do voto secreto. O senador Aécio Neves (PSDB –MG) mostrou-se a
favor do voto aberto para as votações de cassação de mandatos e as demais
propostas que tramitem no Congresso.
Para Aécio Neves, que conta com
uma biografia de 30 anos de dedicação à vida pública no
Brasil, seria positivo manter as votações secretas apenas para as análises
dos vetos presidenciais, a fim de impedir que o governo federal faça pressões
sobre parlamentares.
Agora no atual momento de presidente do partido tucano, Aécio
Neves pode ganhar apoio do PPS para disputar as eleições de 2014.
O partido PPS cansou de esperar uma resposta de
José Serra (PSDB), que foi convidado a entrar no partido e disputar a
Presidência no ano que vem.
Como só restam 30 dias para a filiação partidária de quem
quiser se candidatar a qualquer cargo em 2014, e Serra não se decidiu, o PPS
prepara um plano B, C ou D, mantendo o caminho da oposição, afirmou nesta
quarta-feira, 4, o presidente da legenda, deputado Roberto Freire (SP).
“Esperamos o Serra até agora. Ele disse que decidiria até o final de agosto.
Não decidiu. Então, vamos debater outro caminho no campo da oposição. Vamos
procurar candidatos viáveis eleitoralmente, e eles são Eduardo Campos, Aécio
Neves e Marina Silva”, disse Roberto Freire ao Estado.
Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB, é o
preferido de Freire, mas ele ainda não assume sua provável candidatura ao
Planalto em 2014.
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